Com muito atraso, vamos falar hoje de um filme que vi recentemente e amei: o concorrente do Oscar 2012, Tão Forte, Tão Perto.
Sinopse:
Oskar Schell (Thomas Horn) é um garoto muito apegado ao pai, Thomas (Tom Hanks), que inventou que Nova York tinha um distrito hoje desaparecido para fazer com que o filho tivesse iniciativa e aprendesse a falar com todo tipo de pessoa. Thomas estava no World Trade Center no fatídico 11 de setembro de 2001, tendo falecido devido aos ataques terroristas. A perda foi um baque para Oskar e sua mãe, Linda (Sandra Bullock). Um ano depois, Oskar teme perder a lembrança do pai. Um dia, ao vasculhar o guarda-roupas dele, encontrando um envelope onde aparece escrito o nome Black e, dentro dele, uma misteriosa chave. Convencido que ela é um enigma deixado pelo pai para que pudesse desvendar, Oskar inicia uma expedição pela cidade de Nova York, em busca de todos os habitantes que tenham o sobrenome Black.
Nesse filme, o diretor nos mostra, de uma forma extremamente sensível o que acontece quando o mundo perfeito de alguém – nesse caso, de uma criança – é devastado por um ato terrorista, um dos piores que já se viu.
A história gira em torno de Oskar Schell (Thomas Horn), que é uma criança que sofre de Síndrome de Asperger. Por isso, fora seu pai, ele tem muita dificuldade em se relacionar com outra pessoa. Os dois criaram um mundo de expedições e aventuras, feito propositalmente para que o menino pudesse sair e se relacionar com outras pessoas.
Toda a rotina alegre que eles levavam foi devastada pelo atentado de 11 de setembro em Nova York, onde Thomas Schell (Tom Hanks) o pai de Oskar, termina morrendo. Acho que fica redundante dizer aqui o impacto que esse fato gerou no mundo todo, mas achei bacana o fato deles retratarem mais detalhadamente como isso afetou a vida de uma família.
Um ano depois, ele mexe nas coisas do pai e descobre uma misteriosa chave num envelope com o nome BLACK escrito nele. Oskar acha que essa é mais uma mensagem do pai, um dos seus enigmas. A partir dai ele coloca como meta de sua vida descobrir o que essa chave representa, qual a mensagem que seu pai deixou para ele. O garoto parte por uma expedição por Nova York para descobrir quem é esse tal de Black, dono da chave. É uma verdadeira jornada ao auto-conhecimento, a base de muita emoção.
Além da boa interpretação do menino Thomas Horn – é impossível não se apaixonar por um menininho tão estranho e querido ao mesmo tempo – temos o veterano Max Von Sydow, que intepreta o inquilino mudo da casa da avó e que tem uma ligação especial com Oskar – atuação essa que lhe rendeu a indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante. Tom Hanks está sempre bem, mas tamos que destacar a brilhante atuação de Sandra Bullock – ela interpreta brilhantemente uma mulher que sofre a perda do marido e com o afastamento do filho, que acredita que ela nunca o entenderá como o pai fazia.
Baseado no livro "Extremamente Alto e Incrivelmente Perto", de Jonathan Safran Foer, o longa emociona sim, sem ser piegas. Ele nos permite acompanhar como uma criança especial lida com a perda do seu ente querido e melhor amigo e todos os estágios que ela tem que passar para continuar vivendo.
Adorei o filme e indico a vocês!
Bjs
Paula
@mulherzinha_






1 comentários:
Menina, fiquei super interessada em vê. Adorei a sinopse.
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